ESG: entenda o que é, conheça as práticas e sua importância para o mercado de trabalho!

imagem de uma lampada acesa em cima da terra e ao lado de uma planta

Tornar-se uma empresa reconhecida por promover boas práticas sociais e cuidar do meio ambiente é um grande objetivo para organizações conscientes. Por esse motivo, o ESG vem ganhando um destaque significativo em ambientes institucionais que desejam adotar uma postura corporativa ética e responsável. Ficou curioso? Acompanhe o artigo!

A sigla quer dizer Environmental, Social and Governance, ou seja, na tradução para o português “boas práticas ambientais, sociais e de governança”. Esses são os princípios ESG que devem nortear as ações empresariais com o fim de promover um impacto social significativo. Em outras palavras, para ser ESG, a empresa deve criar uma série de projetos internos, visando:

  • Defender ativamente os recursos naturais;
  • Promover o engajamento em políticas de diversidade e redução das desigualdades;
  • Mitigar os casos que envolvem corrupção, assédio e discriminação através de políticas rígidas.

Vale salientar que essa cobrança externa por empresas mais responsáveis socialmente não é algo recente. Afinal, com as transformações digitais e acesso à internet, o consumidor ficou mais exigente e cauteloso quando o assunto é consumo. 

Ademais, o compromisso assumido pela organização perante os seus clientes, colaboradores e concorrência é fundamental para os investimentos e vida financeira do local.

Ou seja, o ESG é uma ótima oportunidade para empresas melhorarem a reputação e tornarem a sua imagem mais íntegra diante da sociedade. Então, se esse é o seu objetivo, veja aqui um conteúdo completo para você assumir boas práticas organizacionais e melhorar o seu negócio. Você vai ver nesse artigo:

Vamos ao texto!

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ESG: conceito

imagem de um homem tocando em um holograma com o simbolo do esg

ESG é um conjunto de ações e boas práticas que tem como objetivo definir se uma empresa é sustentável e socialmente consciente. Sendo assim, a sigla em inglês estabelece três pilares importantes, como:

  • Environmental;
  • Social;
  • Governance.

Vale salientar que os três pilares funcionam como critérios para determinar se a organização possui sustentabilidade empresarial. Ademais, eles aliam a perspectiva empresarial para além dos objetivos financeiros. Ou seja, essa é uma forma de perceber se a empresa é uma boa opção para realizar investimentos engajados, que possam gerar resultados e impactos positivos nos ramos social, ambiental e financeiro. 

Para se ter uma noção, só em 2021 o termo ESG teve um volume de busca 4 vezes maior do que em 2020 e 13 vezes a mais do que em 2019, segundo dados do Google Trends. Isso demonstra a preocupação do mundo corporativo por melhorar as práticas internas. Afinal, o ESG é uma tendência atual que aponta para o sucesso financeiro da instituição. 

Contudo, por mais que esse movimento pareça compulsório, ele não deve ser entendido dessa forma. Pelo contrário, essa é uma ótima oportunidade de rever as ações internas e buscar novas estratégias para impulsionar o progresso social e corporativo. Obviamente, o movimento vem sendo impulsionado pelos investidores, mas vem impactando as empresas de forma positiva. 

Por esse motivo, é importante entender o surgimento do termo ESG, para saber porque esse termo virou tendência. Saiba mais!

Como e por quê surgiu?

O termo ESG surgiu oficialmente em 2004, num documento chamado “Who cares Wins“, que no português significa “Quem se importa vence”. A publicação foi nada menos que um pedido do secretário-geral da ONU, na época Kofi Annan, para que as empresas investissem em suas ações princípios ambientais, sociais e de governança.

Após 11 anos, o termo foi reforçado em dois eventos de sustentabilidade, que definiram a Agenda 2030 da ONU (que define os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável) e o Acordo de Paris

Contudo, mesmo após esforços, o ESG continuou sem ser praticado pelo mundo corporativo. Mas em 2020, a gestora de fundos BlackRock tornou mais palpável o termo e o transformou num critério principal para realizar investimentos em outras empresas.

Ou seja, organizações não comprometidas com o social, ambiental e ações governamentais ficariam de fora dos investimentos. Sendo assim, os riscos de não receberem mais dinheiro dos investidores provocaram uma mudança brusca de comportamento das empresas.

A partir daí as empresas se tornaram mais conscientes sobre a importância de incorporar boas práticas internas e externas. Ou seja, a pressão dos investidores revelou a importância desse tema no mercado global. Sem dúvidas, uma atitude provocativa e que impulsionou o mercado corporativo a mudar de comportamento e inserir novas práticas de ESG.

Enfim, novos termos importantes como sustentabilidade, diversidade étnica e antirracismo surgiram como consequência. Mas, mesmo com 95% das empresas brasileiras colocando na pauta interna o ESG, estamos avançando a passos lentos em relação a esses temas sociais e ambientais.

Vale dizer que o Brasil ainda não possui o entendimento total sobre o que é ESG, como na Europa. Porém, mesmo assim o cenário nacional é positivo e vem se tornando mais engajado entre os gestores.

Para que o ESG serve?

O ESG serve para medir a consciência das empresas em relação ao seu comportamento diante de aspectos sociais, ambientais e de governança. Sendo assim, ele é utilizado como indicador de resultados para mensurar o valor da empresa e o impacto das suas ações.

Ademais, o ESG é levado em consideração por consumidores e investidores, além de ser um fator decisivo para determinar se uma empresa é apta para receber investimentos do mercado financeiro. Da mesma forma, os clientes levam em consideração se uma marca é consciente ou não, antes de realizar uma compra ou fechar um negócio.

Por esse motivo, é muito importante definir bem sua conduta, pois os olhos do mundo inteiro estão direcionados para as atitudes organizacionais positivas. Afinal, o ESG impacta não só na comunidade local, como também em outras localidades.

ESG ainda é fundamentado pelo Pacto Global, que possui 10 princípios como:

  • Respeito fundamental aos direitos humanos;
  • Garantia de que não haverá violação aos direitos humanos;
  • Eliminação do trabalho infantil;
  • Criação de projetos de responsabilidade social;
  • Incentivo ao uso de tecnologias amigáveis;
  • Combate à corrupção;
  • Eliminação total do trabalho compulsório;
  • Liberdade para quaisquer associações;
  • Combate à discriminação de qualquer espécie;
  • Apoio ao enfrentamento de desafios ambientais.

A seguir falaremos como sua empresa pode mudar de comportamento e começar a inserir boas práticas de ESG.

A importância do ESG para o mercado de trabalho

imagem de uma mulher sorrindo cumprimento um homem sentado ao lado de outra mulher

O ESG investimento possui um papel importante no mercado financeiro, mas também afeta positivamente o mercado de trabalho. Sem dúvidas, as mudanças de regras sociais entre pessoas e empresas altera de forma significativa os investimentos, mas também atua de forma importante dentro das organizações.

Dentro das empresas, entendemos o ESG como boas práticas que devem ser seguidas. Mas, para além disso, esses indicadores também influenciam nos resultados da empresa. Isso porque alguns objetivos e metas estão associadas à condutas de ESG, fatores determinantes na escolha dos stakeholders.

Por exemplo, a meta de alcançar x% de vendas num mês está diretamente ligada aos x% de capital investido por outra empresa. E essa segunda organização usa como critério o ESG.

Ademais, as consequências das mudanças internas podem se refletir:

  • No uso mais consciente de serviços e produtos;
  • Geração engajada em questões relacionadas a filosofia do ESG;
  • Consumidores mais ligados aos propósitos das marcas;
  • Mais discussões sobre equidade, diversidade e inclusão na sociedade e meio ambiente.

Em outras palavras, o ESG se relaciona a temas como:

ESG na prática: como fazer?

Se você ainda não implementou os critérios de ESG na organização, é fundamental entender como funciona o processo. Aliás, essas dicas também valem para quem já aplica, mas sente que os resultados são inexpressivos.

Passo 1 – Entenda a sua amplitude;

Passo 2 – Crie um conselho de ESG;

Passo 3 – Faça uso do Compliance Empresarial;

Passo 4 – Crie práticas novas e indicadores;

Passo 5 – Envolva os colaboradores;

Passo 6 – Seja transparente e tenha um controle;

Agora que você já sabe sobre essa fase inicial, confira a seguir as particularidades de cada critério do ESG.

Ambiental

O critério ambiental inclui exigências relacionada à:

  • Política de desmatamento;
  • Uso de outras fontes de energias que sejam renováveis;
  • Gestão residual;
  • Melhoria do uso da terra e preservação da biodiversidade;
  • Posicionamento da empresa em relação às mudanças do clima;
  • Logística de produtos;
  • Aplicação de políticas para redução da poluição da água ou ar;
  • Contratos com outras empresas.

Social

Em relação aos critérios sociais, existem diversas questões que podem ser abordadas. Por exemplo, para os investidores, é fundamental saber sobre a relação entre empresa e colaborador. Contudo, existem outros pontos que podem ser analisados pelos gestores de fundos de investimentos como:

  • Qual a taxa de rotatividade de pessoas?;
  • Os funcionários possuem um plano de previdência?;
  • O salário dele é justo?;
  • Quais os benefícios que os colaboradores possuem, além do salário?;
  • Qual a posição da empresa em relação aos direitos humanos?;
  • Existe algum programa de qualificação ou treinamento?;
  • Os funcionários se envolvem na gestão da empresa?;
  • Como é a política corporativa em relação à inclusão e diversidade?;
  • Qual a gestão de relacionamento entre cliente e empresa?;
  • Etc.

Ademais, há nesse critério a inclusão da relação com os fornecedores da empresa. Além disso, deve-se avaliar sobre a ótica da ESG a existência de trabalho escravo, trabalho infantil ou atuação em áreas queimadas ou desmatadas.

Governança

A governança refere-se à forma como a empresa é administrada pelos diretores e gestores. Ou seja, a ESG tem como objetivo entender como funciona a gestão executiva e saber quais os interesses de todos os envolvidos na empresa. Outras questões são:

  • Gestão de riscos;
  • Transparência contábil e financeira;
  • Remuneração dos acionistas;
  • Práticas anticorrupção e integridade;
  • Relatórios financeiros honestos;
  • Diversidade e equidade nos conselhos.

Qual o significado de índice ESG?

imagem de um grupo de pessoas sentados em uma mesa e apostando para papéis com desenhos

O índice ESG é uma espécie de índice composto por determinadas ações que são associadas a empresas comprometidas. Esses índices criam um recorte no mercado, separando as empresas envolvidas socialmente daquelas que não são.

Dessa forma, o objetivo é fazer com que as empresas tenham mais responsabilidade corporativa. Aliás, isso é resultado de uma grande pressão da sociedade e dos acionistas para que mudanças sejam feitas.

Vale salientar que existe o Índice ESG Brasil, que estão relacionados ao social, meio ambiente e governança, além de outros índices, como:

  • Índice de Carbono Eficiente;
  • Índice de Governança Corporativa;
  • Índice de Sustentabilidade Empresarial.

Ações para melhorá-lo em sua empresa

Para melhorar os índices ESG da sua empresa, é fundamental ter parceiros estratégicos. Sendo assim, faça parcerias com startups que apresentem soluções para o que você precisa.

Além disso, conte com um setor jurídico especializado, para te dar o apoio necessário durante os seus processos. Ou seja, ter uma equipe especializada em direito ambiental e empresarial pode ser o pontapé inicial para que esse assunto seja menos complicado quanto parece ser.

Ademais, fique atento às leis que consideram as práticas de ESG:

Qual é o significado de investimentos ESG?

O investimento ESG é entendido como uma maneira de estimular os setores sustentáveis de uma organização e assim induzir boas práticas de gestão de pessoas. Ou seja, essa é uma oportunidade das empresas apresentarem novas estratégias de responsabilidade social, ambiental e ações de governança.

Sendo assim, é possível promover o desenvolvimento de empresas que se mostram ativamente preocupadas em mudar a vida das pessoas e dos seus colaboradores. E por promoverem ações de melhoria local, elas acabam impactando no mundo e no estilo de vida das pessoas.

Segundo dados da Bloomberg, o número de investimentos em empresas ESG deve chegar a US$ 53 trilhões em 2025. Em 2020, esse valor chegou a US$ 38 trilhões. 

Mas, o que vem impulsionando esse processo de forma potente? 

Sem dúvidas, há um consenso de que a pandemia tenha favorecido o crescimento dessa tendência mundial. Ela reforçou a ideia de que é necessário pensar em políticas públicas e realizar um novo redesenho das empresas. Sendo assim, cresceu o destaque para a saúde e segurança dos funcionários, além de uma preocupação maior com a saúde mental deles.

Ademais, a chegada do Coronavírus potencializou o interesse por medidas sociais de combate ao vírus e aumentou o interesse sobre pautas relacionadas ao meio ambiente. Além disso, houve o surgimento de novas práticas, como o trabalho remoto, maior flexibilidade, entre outras coisas.

Enfim, há uma demanda crescente por aplicações que sejam responsáveis e possam aprimorar o aparecimento de boas práticas. Aliás, no setor privado essa mudança já vem ocorrendo aos poucos, sobretudo nas grandes e médias organizações. Elas já entendem que essas questões relacionadas à diversidade, mudanças climáticas e compliance precisam ser disseminadas.

Como funciona um investimento ESG?

imagem de notas de cinquenta reais

Os investimentos ESG funcionam de duas formas para o mercado financeiro. Primeiramente, ele impõe pressão para as empresas de capital aberto se preocuparem com questões além do lucro. Da mesma forma, eles propõem um direcionamento aos investimentos dos acionistas.

Para exemplificar, segundo a Forbes, nos EUA existem mais de 500 fundos focados em sustentabilidade, com US$ 250 bilhões em ativos. Como já mencionamos, a pandemia impulsionou os investimentos globais em fundos ESG e deve ultrapassar os US$ 53 trilhões até o ano que vem.

A sustentabilidade é o tema principal das decisões em investimentos. Por esse motivo, é fundamental colocar em prática ações assertivas e que gerem impactos positivos na sociedade como um todo.

Principais características

Aliás, as características dos investimentos ESG estão associadas aos critérios adotados durante a tomada de decisão. Ou seja, normalmente o investidor opta por setores sustentáveis, o que induz que determinada empresa ESG desenvolva práticas corporativas conscientes. Por isso, saiba melhor como cada característica impacta nos negócios.

Sustentabilidade

É cada vez mais comum cobrar posicionamento das empresas quando se trata de sustentabilidade. E os investidores também estão atentos a isso. Aliás, eles desejam encontrar locais que já possuam um projeto estabelecido. 

Por isso, organizações que estão antenadas nesse quesito se destacam no mercado e conseguem mais investimentos. Quem sabe essa não é uma ótima oportunidade de investir em ações desse tipo na sua empresa?

Rentabilidade

A rentabilidade é outra característica dos investimentos ESG. Ou seja, não basta apenas ter um engajamento social e ambiental, sem ter um retorno financeiro significativo. Afinal, o lucro também é importante e necessário nesse processo.

Por exemplo, um levantamento da PwC prevê uma taxa de crescimento de quase 27% em relação aos fundos de ações e o quádruplo de ativos até 2025 (totalizando 3,6 de euros). O que significa que esse tipo de investimento possui uma evolução significativa.

Exemplos de iniciativas globais de ESG

imagem de duas pessoas segurando um punhado de terra com uma planta

A Agenda 2030 e o Acordo de Paris são dois exemplos de iniciativas internacionais, estimuladas pela sociedade civil, governos e setor privado para estimular o ESG nas empresas. Mas cabe mencionar aqui outros acordos anteriores, como a Agenda 21, estabelecida na ECO 1992, na cidade do Rio de Janeiro.

No entanto, apenas esses dois projetos são ineficientes para que até 2030 tenhamos um planeta mais socialmente justo, próspero economicamente e preservado ambientalmente. Por isso, é fundamental que toda a sociedade esteja engajada em enfrentar os problemas globais desde agora.

Exemplos de iniciativas nacionais de ESG

O Brasil tem sido um grande palco para investimentos ESG. Por exemplo, em setembro de 2020, três grandes bancos privados – Bradesco, Santander e Itaú – iniciaram um plano conjunto de desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O objetivo foi construir um modelo que permitisse rastrear cadeias produtivas em todo o país, sobretudo aquelas associadas ao agronegócio, e impedir o financiamento de produtores que promovem o desmatamento. Em outras palavras, a ideia é cortar os financiamentos de empresas que realizam o desmatamento legal.

Além disso, a Natura Cosméticos é outra ESG empresa que já vem há algum tempo promovendo ações na área social e ambiental. A organização já declarou que 80% dos seus produtos possuem origem vegetal na sua fórmula. 

Além disso, ela não realiza testes em animais e ainda aderiu ao movimento “Segunda-feira Sem Carne”, promovido e difundido pela Sociedade Vegetariana Brasileira.

Além disso, a Natura também é responsável por diversos projetos sociais, que dizem respeito à diversidade e respeito às minorias. 

Outrossim, a Petrobras também tem atuado no combate à corrupção e aumento da transparência, o que se relaciona com questões de governança. Segundo o site da empresa, foi implementado num modelo de gestão mais moderno, para garantir a continuidade dos processos e detectar erros ou desvios éticos.

Conclusão

Enfim, se você chegou até aqui é porque quer começar a desenvolver boas práticas de ESG. No entanto, é fundamental desenvolver uma nova cultura organizacional e estimular a mudança de pensamento entre todos na sua equipe.

O ESG funciona para a sociedade como um espelho das ações da empresa. Sendo assim, ele dá visibilidade às melhores atitudes, aos seus esforços e às práticas ambientais, sociais e de governança. A recompensa, além do lucro, é uma imagem mais positiva da empresa diante dos seus stakeholders, que inclui clientes, colaboradores, investidores, etc.

Além disso, é importante salientar que o ESG não deve ser visto como algo passageiro. Sem dúvidas, esse movimento tem um porquê e ganha mais força a depender do tipo de estratégia utilizado.

Ademais, essa tendência visa mudar a cultura das organizações e torná-las mais conscientes do seu papel na sociedade. Por isso, ele deve ser visto como um modelo de negócios rentável e de alto impacto. Ademais, empresas que se preocupam com o ESG conseguem:

  • Reter talentos;
  • Conquistar clientes;
  • Atrair investimentos;
  • Gerar fontes potentes de receita;
  • Manter relações mais perenes;
  • Engajar a marca no mercado.

Ou seja, o ESG é positivo tanto para a empresa, como para o capital humano da sua empresa, que poderá atuar num local que está em conformidade com o social e o meio ambiente. Isso sem falar das boas práticas de governança, tão importantes nos dias de hoje.

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